segunda-feira, 2 de maio de 2011

Governo do Rio de Janeiro cria a Subsecretaria de Economia Verde

Com o objetivo de identificar oportunidades e criar ferramentas para reorientar o desenvolvimento econômico do Estado do Rio de Janeiro em prol da sustentabilidade, a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) criou a Subsecretaria de Economia Verde.

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) define como economia verde aquela em que o crescimento econômico é impulsionado pelo uso eficiente de recursos e energia, por investimentos em iniciativas de baixo carbono e na prevenção da perda de biodiversidade e serviços ambientais, priorizando o bem-estar humano, a redução de desigualdade social e erradicação da pobreza.

A própria definição do Pnuma indica que embora o objetivo de qualquer economia verde seja o mesmo, as ferramentas e caminhos a serem percorridos em cada país são diferentes. No caso do Rio de Janeiro, a Subsecretaria de Economia Verde da SEA quer transformar o estado em um caso de sucesso no processo de criação de uma economia verde global.

Entre os principais focos da subsecretaria estão o incentivo ao crescimento da indústria no estado através da criação de empregos verdes; o fomento à inovação tecnológica; e o uso de diferentes mecanismos de mercado para a melhoria da qualidade ambiental do estado.

Dentre as ações previstas por esta subsecretaria da SEA estão:

* Trabalho em conjunto com outras secretarias do estado, como a Sedeis, SCT, Sefaz, Seapa, entre outras;

* Desenvolvimento de parcerias com instituições públicas e privadas como CEBDS, BNDES e BMF&Bovespa;

* Maior engajamento com o setor privado visando a trazer para o Rio de Janeiro indústrias ‘verdes’. O primeiro caso a ser desenvolvido é na produção de equipamentos para a geração de energia renovável;

* Desenvolvimento de um polo de inovação tecnológica com um foco em sustentabilidade e baixo carbono, envolvendo instituições de pesquisa, o setor produtivo e instituições governamentais;

* Desenvolvimento de projetos relacionados à infraestrutura sustentável no estado, como o uso de asfalto borracha e lâmpadas de alta eficiência;

* Estudos sobre a instalação de mecanismos de mercados ambientais no estado, como mercados de carbono;

* Outros temas a serem tratados pela subsecretaria são: transporte sustentável, eficiência energética, uso eficiente de recursos, construção sustentável, entre outros.

Com ações que visam a inserir cada vez mais conceitos de sustentabilidade no desenvolvimento econômico do estado, a SEA desenvolverá projetos em parceria com diversas instituições públicas e privadas, com um objetivo claro: transformar o Rio de Janeiro em uma economia verde, servindo como exemplo de como o meio ambiente pode ser usado como fonte de crescimento econômico.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Central de Tratamento de Resíduos do Rio de Janeiro



Atualmente, no Brasil, a Central de Tratamento de Resíduos (CTR) é a solução mais segura, moderna e eficiente para tratar resíduos sólidos, domiciliares e de grandes geradores. Uma Central é formada por um conjunto de tecnologias integradas em diferentes unidades de tratamento capazes de promover o gerenciamento completo dos diversos tipos resíduos, evitando a poluição e minimizando os impactos ambientais e sociais.

A CTR da Ciclus vai receber os resíduos dos municípios de Seropédica, Itaguaí e do Rio de Janeiro. A Central é composta por: aterro sanitário bioenergético, estação de tratamento de chorume para transformação em água de reuso, unidades de beneficiamento de entulho da construção civil e de podas de árvores, viveiros de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, laboratórios e centro de educação ambiental, arte e cidadania. Destaque para a estação de captação e tratamento de biogás para geração de energia limpa, combustível e insumos para indústrias.

Com infraestrutura e conhecimento, a CTR da Ciclus promove a transformação de resíduos em energia limpa e renovável e soluciona um dos maiores problemas ambientais do Estado do Rio de Janeiro com o encerramento do Aterro Metropolitano de Gramacho e o fechamento e recuperação ambiental dos lixões de Seropédica e Itaguaí. Sua busca constante por soluções inovadoras atrai investimentos na ampliação das indústrias já existentes e na chegada de outras, gerando mais empregos, valorização do município e crescimento sustentável.